A exposição “Marrocos”, promoção do Museu de Arte da FAAP e dos governos do Brasil e do Marrocos, foi inaugurada no dia 30 de março e vai até o dia 6 de junho.
A exposição “Marrocos”, promoção do Museu de Arte da FAAP e dos governos do Brasil e do Marrocos, foi inaugurada no dia 30 de março e vai até o dia 6 de junho.
O “Livro das Mil e Uma Noites” constituíram-se como um universo de imaginário criado por uma literatura árabe, uma compilação de fantasias de um povo para todos os povos do mundo, ou, como diz o tradutor Mamede Jarouche, um conjunto de histórias onde “somos todos ‘Sahriyares’ nesta história de sedução”Por Julia Nader Dietrich
O Centro de Estudos de Imigração que o Icarabe inaugura no próximo dia 18 de dezembro é um passo em direção a um dos mais importantes objetivos desde a fundação da entidade.
A artista plástica Inna Jansen nasceu na Rússia, mas com apenas três anos saiu do país. Desde então, sua vida foi permeada por um constante movimento. Ela diz que é a marca da guerra, que está explícita nos seus trabalhos, como em “Waiting”, quadro que doou ao acervo do Icarabe, e “Guantánamo”, sobre o Iraque.Inna Jansen mora no Brasil há oito anos.
Em reportagem, Saleh Al-Naami mostra os problemas de infra-estrutura pelos quais passa a Faixa de Gaza devido aos cortes realizados pelo governo israelense, principalmente de combustíveis. A população enfrenta dificuldades no que se refere principalmente a instalações hospitalares que limitam o atendimento cirúrgico a casos gravíssimos.
A vida do estadunidense John Tofik Karam, nascido no Estado de Nova York, é formada por um triângulo que tem seus traços cruzando o Atlântico e o Mediterrâneo. Os vértices estão nos Estados Unidos, obviamente, mas se alargam e chegam ao Líbano e ao Brasil.
Editora Almádena, fundada em janeiro, inicia seus trabalhos com o lançamento de “Português para Falantes do Árabe”, livro que traz esclarecimentos para as principais dúvidas que os falantes do árabe tem ao aprender português.
Na terceira edição do Dîwân do Icarabe, que ocorreu no último dia 18, a riqueza das diversas manifestações artísticas fez um retrato da cultura árabe através dos poemas que lhes retratam os dramas e das danças que exprimem o que não pode ser dito por palavras.Quando as luzes se apagaram no teatro da Aliança Francesa, centro de São Paulo, a coordenadora do Dîwân de Poesia e Dança, realizado pel
Na próxima segunda-feira, 18 de junho, o Icarabe apresenta o Dîwân de poesia e dança. Veja aqui a importância desta manifestação que tem sua riqueza na diversidade de formas artísticas, pois, como diz Márcia Dib, o “corpo traduz coisas que o verbal não pode dizer e a escrita narra estados e histórias que não podem ser representados com o corpo”.por Julia Dietrich
Parte 1 - Os palestinos na diáspora como parte essencial da resistência
Em reportagem publicada no Al-Ahram Weekly, um retrato de Sayed Darwish, um dos músicos mais importantes do Egito, artista que se confunde com a própria história nacional do país. Sua casa está em ruínas e o governo egípcio não mostra qualquer consideração pelo legado do músico.por Abeer Anwar
Há quatro anos, começava a ocupação estadunidense
População vive sem governo e estrutura social
Mesa-redonda da quarta destaca o cinema como desmistificador da imagem estereotipada que é construída a respeito do Oriente Médio.O Instituto da Cultura Árabe, o Centro de Cinema Documentário e Experimental do Irã (Defc) e o Centro Cultural São Paulo promoveram, como parte da Mostra de Cinema “Imagens do Oriente”, o debate “Os cinema árabe e iraniano na atualidade”, na última quarta-feira, 14.
Intelectuais palestinos estão preocupados com sua cultura e temem que ela caia “numa era de obscurantismo”. Eles assinaram uma petição dirigida ao presidente Abu Mazen na qual denunciam que uma antologia de contos populares foi recentemente banida das escolas da Cisjordânia e que em alguns casos os livros foram destruídos e queimados.da Agência Ansa (Traduzido por Aline Abuaes)
O jornalista brasileiro Robinson dos Santos mergulhou profundamente nos acontecimentos que levaram à Guerra do Golfo de 1991 para dar forma ao romance de espionagem “Souvenir Iraquiano”, um retrato do submundo inerente à guerra.“Souvenir Iraquiano” é um romance de espionagem que conta a história de um brasileiro (Luciano), um iraquiano (Fahed) e um estadunidense (Wittmann) em meio ao que viria
Parte da juventude palestina no Brasil se mobiliza; diretora da nova Fepal vê na formação das novas gerações na diáspora a única possibilidade de os palestinos conseguirem derrotar políticas israelenses de destruição da PalestinaAs faces ganham contornos árabes, o corpo, movimentos palestinos.